segunda-feira, 27 de maio de 2013


sábado, 25 de maio de 2013

SE DE FATO NÃO QUISER, NÃO REAJA, NÃO DÊ NADA PARA O OUTRO, POIS SOBRE O SILÊNCIO NÃO HÁ O QUE FALAR.
AS VEZES É MELHOR NÃO INSISTIR E DEIXAR ROLAR...

domingo, 28 de abril de 2013

Fala besteira, magoa, não pede desculpa, continua falando besteira, acha que está certo....

domingo, 17 de março de 2013


Não consigo entender briguinhas por besteiras ou por criações da mente fértil de quem está afim começar uma briga. Desgasta demais o relacionamento.
A natural inclinação à ternura que se tem pela pessoa amada vai se tornado amargura, a voz emudece, os olhares se perdem, até que o coração vai ficando gélido, ruim...muito ruim.
Claro que discussões as vezes origina pequenos acessos de raiva, mas isso deve ser uma pequeinina parte do de que nos reveste

quinta-feira, 7 de março de 2013


Socorro

Arnaldo Antunes


Socorro!
Não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais pra chorar
Nem pra rir...
Socorro!
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...
Socorro!
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena, qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta...
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...
Socorro!
Alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento
Acostamento, encruzilhada
Socorro! Eu já não sinto nada...
Socorro!
Não estou sentindo nada [nada]
Nem medo, nem calor, nem fogo
Nem vontade de chorar
Nem de rir...
Socorro!
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Eu Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...
Socorro!
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate
Nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta...
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Escolha o título!






Aquele gosto amargo ainda não desceu pela garganta, nem a dúvida do consciente, diante de sua ausência mais devastadora.
Mais que sua ausência, sinto saudade dos risos que não demos, das mãos dadas em dia de sol no parque, o ombro jeitoso recebendo minha cabeça cheia de problemas e aliviando um a um.
Foi-se embora sem dizer adeus, seus olhos que brilhavam em minha direção, os beijos latejantes e suculentos, de bocas que se encaixam e se desejam.
Deixou-me de coração vazio de todo o amor que se poderia dar, deixou o eco dos sonhos que poderiam se realizar, levou uma vida desenhada em rascunho.
Ficou no lugar o medo do coração covarde, aquele que se esconderá, aquele que anda em sombras, gelado e descrente.
Num dia de lua fria, em meio aos calafrios, insistentes perguntas sem respostas, sentindo cada peça quebrada, insegurança e culpa de ser quem se é, só me resta aconchegar-me em mim mesma, fechar os olhos e ir.
De repente chorar ficou tão fácil, “ tristeza, por favor, vá embora”, já clamava o sambista.
O que pode salvar um coração petrificado?
O calor de uma amizade, a força de uma prece, a lembrança secreta de que amanhã, ah o amanhã, será mais do que hoje, mais feliz, ideias em ordem, e vida na devida ordem.

Parlapatéia inspirada em alguem que foi embora...será?