quarta-feira, 10 de agosto de 2016
quarta-feira, 8 de abril de 2015
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira, já cantava Legião Urbana
É
interessante contrapor a vida feicebuqueana e a vida como ela realmente é de
uns e outros.
Vender
perfeição é fácil. É fácil cada vez que tiver o peito apertado e escrever no feice
que a sua vida está ótima, cada vez que tiver vontade de chorar e postar uma
foto no sol. Mas quem quer convencer? Vocês mesmos? Impossível. A verdade
continua com vocês. É fácil ser apenas feliz, mas esses uns e outros querem ser
mais felizes que os demais.
Um
dos erros mais comuns nessa busca é ignorar que, por trás de cada imagem de
perfeição, existe a vida real.
E
fica ainda mais interessante, quando esses uns e outros tentam mostrar ao mundo
virtual a melhor imagem de si mesmos, escolhendo as melhores
palavras e aparências que vão usar e obtém satisfação quando vêm que seu
produto teve sucesso. O produto, no caso, são “as verdade feicebuquenas” desses
uns e outros. Mas essas “verdades” podem levar para longe do que realmente são,
e para longe da felicidade das relações honestas, afinal de contas, a verdade
está estampada na vida real e no cotidiano e todos os próximos
sabem da vida real desses uns e outros.
Engraçados
que esses mesmos, parecem que esquecem a vida real, esquecem seu
comportamento habitual e postam nhénhénhé de auto ajuda, deus, jesus e o cacete
todo para parecerem boas pessoas, esquecem o dia que detonou um “amigo” para
outro e depois postam fotos dos três juntos, esquecem o dia em que fez cagada
na balada, falou merdas e fudeu com a noite dos outros e depois na maior cara de pau, culpou os drinques, esquecem
o dia que tirou o cu da reta de uma asneira qualquer para colocar no cu alheio,
isso, esses uns e outros não postam no feicebuque, afinal, são pessoas
legais, os seus amigos lhes adoram e as mulheres/homens lhes querem.
Vade retro capeta da hipocrisia.
Vade retro capeta da hipocrisia.
Essa
busca de um plano ideal é muito antiga, Platão criou uma divisão entre a vida
como ela é e o mundo perfeito. Resumindo: um plano real e outro ideal, duas
coisas separadas. O problema é a impossibilidade do ideal no mundo concreto
Essa
exposição são apenas ensaios do que você é na realidade, é uma forma
ridícula de busca de aceitação para tentar encobrir as merdas que vocês são na vida real.
Vida
pra mim é o que acontece nos intervalos entre uma postada e outra, em
tentativas desesperadas de contar pros outros como é que vivemos. Vida pra mim
é estar livre de ver o quanto vocês parecem legais on-line, é gargalhar
satisfeito e não precisar mostrar isso pra ninguém.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
domingo, 17 de março de 2013
Não consigo entender briguinhas por besteiras ou por criações da mente fértil de quem está afim começar uma briga. Desgasta demais o relacionamento.
A natural inclinação à ternura que se tem pela pessoa amada vai se tornado amargura, a voz emudece, os olhares se perdem, até que o coração vai ficando gélido, ruim...muito ruim.
Claro que discussões as vezes origina pequenos acessos de raiva, mas isso deve ser uma pequeinina parte do de que nos reveste
quinta-feira, 7 de março de 2013
Socorro
Arnaldo Antunes
Socorro!
Não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais pra chorar
Nem pra rir...
Não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais pra chorar
Nem pra rir...
Socorro!
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...
Socorro!
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena, qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta...
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena, qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta...
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...
Socorro!
Alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento
Acostamento, encruzilhada
Socorro! Eu já não sinto nada...
Alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento
Acostamento, encruzilhada
Socorro! Eu já não sinto nada...
Socorro!
Não estou sentindo nada [nada]
Nem medo, nem calor, nem fogo
Nem vontade de chorar
Nem de rir...
Não estou sentindo nada [nada]
Nem medo, nem calor, nem fogo
Nem vontade de chorar
Nem de rir...
Socorro!
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Eu Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Eu Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...
Socorro!
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate
Nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta...
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate
Nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta...
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Escolha o título!
Aquele gosto amargo ainda não desceu pela garganta, nem a
dúvida do consciente, diante de sua ausência mais devastadora.
Mais que sua ausência, sinto saudade dos risos que não
demos, das mãos dadas em dia de sol no parque, o ombro jeitoso recebendo minha
cabeça cheia de problemas e aliviando um a um.
Foi-se embora sem dizer adeus, seus olhos que brilhavam em
minha direção, os beijos latejantes e suculentos, de bocas que se encaixam e se
desejam.
Deixou-me de coração vazio de todo o amor que se poderia
dar, deixou o eco dos sonhos que poderiam se realizar, levou uma vida desenhada
em rascunho.
Ficou no lugar o medo do coração covarde, aquele que se
esconderá, aquele que anda em sombras, gelado e descrente.
Num dia de lua fria, em meio aos calafrios, insistentes perguntas
sem respostas, sentindo cada peça quebrada, insegurança e culpa de ser quem se
é, só me resta aconchegar-me em mim mesma, fechar os olhos e ir.
De repente chorar ficou tão fácil, “ tristeza, por favor, vá
embora”, já clamava o sambista.
O que pode salvar um coração petrificado?
O calor de uma amizade, a força de uma prece, a lembrança
secreta de que amanhã, ah o amanhã, será mais do que hoje, mais feliz, ideias
em ordem, e vida na devida ordem.
Parlapatéia inspirada em alguem que foi embora...será?
A Mentira
A Mentira
Então desde que a verdade se tornou desinteressante a
mentira ocupou seu lugar, meio sem jeito entrou no comportamento, sendo de
pronto reprimida, diminuída, oprimida por quem educa, pelo convívio, e com o
tempo se tornou camuflada, quase esquecida, mas nunca perdida, como uma lagarta
esperando o momento certo pra mostras suas asas em uma linda borboleta.
Seria ela tão maldosa e tão desnecessária? Ou apenas uma
arma que deve ser usada com cuidado como a bomba H, e o botão vermelho seria
utilizado com cuidado, mas por quem?
O quão cuidadosamente a mentira pode ser trata e por quem?
Por quem a diz, ou por quem recebe?
Mesmo porque a mentira prescinde uma relação, alguém que
precisa dela e outro que precisa ouvi-la.
Se despindo de falsas regras, bem como qualquer regra
moralista, pra não dizermos dos X Mandamentos e dos seus educados sinônimos,
mentimos?
A mentira nos torna maus?
E os planos articulados sabiamente pelo personagem Cebolinha
da Turma da Mônica, enquanto planeja seus “planos infalíveis” pra capturar o
coelho azul de pelúcia? Desde a idade da inocência ela esteve lá, nos ajudando
a escapar ou simplesmente adiando o inevitável.
Seja como for, odiada, aplaudida, ignorada ou meio de
sobrevivência, ela está lá, bem no centro da relação humana, tão incrustado em
nós que se tornou um órgão ou mecanismo
mental necessário.
Parlapateia mentirosa
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
E não é que hoje faz exatamente 1 ano que entramos na nossa casinha e começamos nossa vida de casados....Vida de casados soa tão bem pra gente né esposa!?
E podemos dizer que esse primeiro ano foi no mínimo divertidíssimo...aprendemos a cozinhar feijão, fazer compra do mês primeiro gastando muito e agora gastando menos e comprando mais. Aprendemos a fazer a sagrada faxina de sábado a tarde sempre regada a cerveja e musica alta, aprendemos a dividir, dividir contas, dividir o sofá, dividir a cama, dividir o banheiro, dividir carro.
E toda esse divisão assim como um paradoxo, fez a nossa união ser o ponto mais forte da gente.
Nesse 1 ano descobrimos que as pequenas coisas é que são as grandes coisas, andar de mãos dadas, fazer pipoca no meio do filme, encher a lata de vinho as sextas feiras, dormir de conchinha até quase o braço necrosar, assistir a pentelha da Carminha ou os deliciosos jogos de futebol acompanhados de mesa redonda, proferir elogios e ter capacidade de desculpar e esquecer.
Na verdade tudo que fazemos juntos é delicioso, e isso me faz ter a certeza que casei com a mulher certa, nessa eu mandei muito bem mesmo, além de certa ainda por cima é gatíssima....hummm acho que vou te elogiar um pouco mais, bem humorada, paciente, atenta ao que me deixar feliz ou preocupado, e tudo isso com tanta naturalidade que fica impossível não admirar e confiar plenamente em você.
AMO VOCÊ MINHA ESPOSA LINDA.
terça-feira, 17 de julho de 2012
CARTA ABERTA
Esta na hora de você repensar suas atitudes e principalmente começar a colocar em prática o que tanto prega no meio social em que você vive meu bem, caso contrário, conforme você sempre diz “ vai colher o que plantar”. Mas isso já está acontecendo né?
Poucas pessoas têm a oportunidade de recomeçar, e você não aproveitou em nada a sua excelente oportunidade.
Começou sua nova caminhada errada, desqualificando de forma contumaz, quem te abrigou e ajudou em sua chegada.
Como você é uma pessoa inteligente e isso é inegável, sinceramente pensei que foi apenas um lapso, cagadas que acontecem na vida sem explicações.
De forma incauta, até acreditei que fosse verdade tudo o que você disse, mas.... Mas não era né,?!
Aos poucos sua mascara foi caindo, e não foi preciso grande esforço pra que isso acontecesse, pois sem a menor noção e nenhum escrúpulo você conseguiu falar mal de todas, exatamente isso, todas as pessoas do seu novo circulo social, e obviamente, todas essas mesmas pessoas sabem disso.
E não adiantar reclamar de solidão e da injustiça da vida, o retorno do carma segue com seus passos largos e rápidos, nada será feito que não tenha retorno.
O coração é um local inóspito, ninguém sabe o que ronda na alma de cada um, de nada adianta agir como vitima, se você é algoz de seu próprio destino, a ética de cada um é percebida no convívio no dia a dia, na maneira como faz o traçado do perfil alheio, e a verdade é latente, clara, e dela ninguém escapa.
Volte, acompanhe seus passos, impossível não perceber o erro, impossível quiçá errar de novo, mas se você reitera suas atitudes, é sinal de que escolheu seu caminho, logo, é responsável pela solidão, falta de amor, e o que mais lhe for negado.
Não precisamos ser perfeitos, nos basta ser honestos, e honestidade vai além da devolução do troco que lhe foi dado a mais, vai alem do pagamento de suas contas de consumo, e chega no plano em que você se vê frente ao outro, não quer ser traído, não traia, quer seus sentimentos respeitados, respeite o próximo, a é vida simples, complexo e transmutar a verdade, é ser pesado com o próximo, relapso com a medida da maldade.
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