quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Que Deus me proteja dos meus amigos. Dos inimigos, cuido eu – Voltaire


Estou sinceramente impressionado com o nível de baixeza que se tornou esse oba oba de falação dos outros.Não sei se encaro como doença este tipo de comportamento, mas que no mínimo é uma grande fraqueza e falta de caráter, não me resta a menor dúvida.
Antes eu até imaginava que fosse personalidade ou algo que o valha, mas não...infelizmente não! É crueza mesmo, e obviamente, trairagem. Falam indistintamente umas das outras como se fosse a coisa mais normal do mundo. Freqüentam a casa, dizem que amam, e não honram o que falam, estou realmente IMPRESSIONADO de ver pessoas tão próximas sendo desleais uma com as outras...

Falam mal pelas costas, e depois se dissimulam na frente como boazinha, mascaram a verdade, são covardes, dissimuladas, provocam situações, fazem criticas maldosas e negativas para amigos em comum....São fofoqueiros, intrigueiros, escuta uma pequena parte de qualquer história e passa pra frente, inventando sua versão, distorcendo fatos, e fazem tudo isso bajulando e muito a futura vitima da vez, e isso somente para parecerem cada vez mais confiáveis.
E olha que tento e muito, seguir a linha de raciocínio onde não temos realmente controle sobre o outro, pessoas são pessoas, individualizadas, nunca conseguiremos fazer quem quer que seja a agir como gostaríamos ou como vivemos.
Antes meu lema era que “ todo mundo é legal até que me prove o contrário”.
Hoje é salve-se quem puder....e tenho dito!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Será que estou enganado, ou grande parte das pessoas, falam e se comportam por pura imposição da sociedade e da falta de personalidade.....O mundo seria bem melhor se as pessoas freqüentassem academia por saúde e por gostarem de estar ali e não somente pra ficar se “amostrando” por aí sem camisa, ou de shortinho no veraozão, quando vestir uma roupa confortável for melhor do que vestir uma etiqueta, quando a alimentação saudável for mais importante do que a balança, o bronzeamento for natural e não artificial, quando as pessoas gostarem mais dos olhares e sentimentos do que da conta bancária, quando a menina for interessante porque é inteligente e divertida e não pela bola de handball no lugar dos peitos, quando o conforto superar a ostentação.
Porque convenhamos, hoje tudo faz parte de um grande desfile, a roupa de fulana, a cueca do outro,a barriga do tanquinho daquele, o carro do otário, a toneira da pia que custa tanto, a cor do cabelo de uma, o saldo bancário daquele, o tamanho do pinto de outrem...enfimmmm

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Menos “ EU TE AMO” em 2011

Pode até parecer radical, mas definitivamente o imediatismo em relação a sentimentos não funciona.
Banalizaram demais os amores e amizades. Todos se chamam de amigo do peito, todos dizem eu te amo, falsidade e hipocrisia ao extremo, simplesmente porque ninguém realmente liga para o sentimento do outro é muito fácil criar essa sensação de sentimentos aflorados, ainda que não sejam fartos e completos como querem fazer parecer.
Amor não se cobra. Ele aumenta proporcionalmente ao quanto se cuida dele.
Para mim amizade verdadeira exige confiança, adquirida com infinitos encontros recheados por altos teores alcoólicos, segredos trocados, conselhos errados, xingamentos verdadeiros, ligações noturnas, cinemas vespertinos, e pra que tudo isso aflore de verdade o que menos importa é essa demonstração publica de “eternos amores fugazes".
Que 2011 seja repleto de sentimentos cheios. Intensos. Verdadeiros. Que digam menos “eu te amo,” e que tenha menos “amigos”. Mas que todos eles sejam de coração. E absurdamente infinitos.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Brinquedo de mão





Não quero ser pedra, quero ser roda.
Rodopiar feito pião, me equilibrar e não cair no chão.
Mudar o curso, não o sentido.
Não perder-me no tempo, encontrar meu espaço.
Quero ter caixa mágica, de onde sairia estrelas, safiras, gelatinas e purpurinas.
Se falta razão...
Se falta razão?
Não sei não, não tem na caixa mágica.
O que é a razão perto das estrelas? Pra que razão, se não se olha pro céu?
Pra que razão, se não tiver seu tesouro?
E não falo de ouro, se bem, que cada um tem seu ouro, ou procura o seu.
Pra que razão, se fujo da sobremesa?
Pra que razão, se não se pode brilhar?
Sigo em frente, levo a mágica e procuro razão.



Parlapatéia com a cartola na mão...

...



Melhor que sonhar,
é acordar ao lado de quem se sonha.
Melhor que comer, e comer com fartura.
E melhor que beber é beber pra comemorar.
Melhor que amar, é amar pela eternidade.
Mas...se não temos tudo, usemos e fartemos com aquilo que temos.
Transformando vinho em festa.
Sonho em delírio,
nos aproximemos do SIM,
afagando a mão de quem se ama.
O prazer transforma maçã verde, em maçã do amor.

Parlapatétéiaaa...

Estranha Natureza




Estranha é esta natureza que engana,
engana a si mesmo,
porque enganar o resto do mundo dá preguiça...
Estranho é essa vontade que vem do nada, toma conta de tudo, e só isso se quer...o TUDO...
Tudo é muita coisa, mas quem quer, quer uma ou outra coisa,
quer sorriso de chegada, abraço, beijo e choro na despedida...
quer sentir falta...do tudo...quando o nada chega...
Quer ver o horizonte e não deixar o Sol ir embora,
quer a Lua ladeada de estrela, quer é tê-la.
No passar do cometa, quer seguir junto,
quer acompanhar os pássaros e ser empinado pela pipa.
Quer deixar de lado, o que não sai do coração,
quer falar mais alto que a razão,
quer dizer NÃO, sem saber por onde...
quer dizer sim...sem saber pra quem...
Segue em frente,
muda a morada,
muda até o camarada,
muda a vida,
de quem quer que seja, pra ser plena, não pode ser pequena.
A rima é pobre, o coração é nobre e nada faz diferença...
já foi...a natureza já é outra, a letra não pertence a ninguém e assim a vida se eterniza...


Parlapatéia...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010


Assim que comecei a namorar, comecei a pensar sobre o que escrever no blog, devido a uma série de circunstancias, postar no blog realmente não era primordial.
Sei que alguns devem estar pensando agora – por que não escrever sobre namoro? – e eu respondo – nem fudendo!- pretendo preservar minha privacidade e da minha gata (que é leitora xereta e com toda certeza odiaria qualquer exposição).
Maaassss.........hoje de manhã, ao ser acordado por sweet love bem cedinho, com beijos e abraços sinceros, me fez pensar alguns conceitos que mudaram no meu cabeção de melão.
Ser acordado dessa forma na segunda de manhã obrigatoriamente me faz pensar no domingo anterior. Muitos acham domingo um dia depressivo, particularmente eu nunca achei, mas geralmente os domingos são de ressaca morfética, o dia passa arrastado, e o que salva mesmo é o futiba da tarde, ou se não acordar de ressaca, um belo rolê de bike.
Agora meus caros...namorando é bem diferente, porque, apesar de continuar indo dormir de ressaca, acordo ao lado da gata linda, aquela enrolação pra levantar, durante a enrolação tchururururururu, que é santo remédio pra esquecer a ressaquinha, depois mais enrolação, espreguiça de um lado, de outro, um pouca mais de enrolação. Como ninguém é de ferro no meio dessa enrolação toda, tem o futiba, que sinto muito mulherada é inerente a vontade masculina, impossível estar de frente a uma TV e não assistir um jogo beleza, mas depois tem mais enrolação, pizza, e que venha a segunda que como disse anteriormente começa daquele jeito delicioso.
Dando continuidade nessa história de enrolação, impossível não associar com conchinha. Sempre tive total aversão, a conchinha é linda em imagens românticas ou filmes mela cueca, mas na vida real, não dura mais que 15 minutos devido a formigamentos no braço, o desconforto pra respirar com a cara em um chumaço de cabelo, maaasssssssss com sweet Love, não tem nada mais gostoso do que conchinha, um braço ou cabeça no peito e acordar com alguém deitado em cima de você dando alguns beijos. O dia começa bem melhor....
Lembrando da história da ressaca no domingo, penso em baladas. Quem me conhece sabe que detesto boate, já não ia solteiro, imagina só namorando. Achava que uma coisa não combinava com a outra. Pois é!! Fui, e mais de uma vez, e te digo me diverti horrores. Imaginava que seria um porre ficar com a namorada numa boate, mas o segredo é ir com amigos, a namorada se diverte dançando com as amigas, o cara conversa e fala merda com os amigos e quando bate a saudade, dá um beijo, da uma dançadinha e assim vai. MAS QUE CONSTE EM ATA QUE CONTINUO DETESTANDO BALADA E NÃO QUEO IR TÃO CEDO EM UMA.
Por obvio que falando em balada, quando solteiro, o target, geralmente, é possibilidade de encontrar uma fornicação para finalizar a noite. E essa é das grandes vantagens de encher o pote de goro quando se esta namorando.
Qualquer homem solteiro já se fudeu ao encher a lata na balada, levar uma mocinha pro coito, ai dorme achando que está com a Gisele Bundchen e acorda com a Regina Cazé borrada de pintura com cara de palhaço ao lado. O pior é ter que dispensar o engodo. Sair de fininho do motel? Chutar de casa? Complicado. Namorando um ajuda o outro a curar a ressaca e rola fazer manha na cama sem se preocupar com nada, remetendo ao tópico supracitado.HAHAHAHA.
Com base na afirmativa anterior, um dos principais motivos que me fazia fugir do namoro como o capeta foge da cruz, - vade retro satã!!! – era abdicar de todas as outras. Era aterrorizante a idéia de ter apenas uma, ledo engano pequeno samurai, está aí a delicia dessa coisa toda. Com sweet Love, entra em cena o que dificilmente se encontra por aí, intimidade!!! A liberdade de ser somente você sem ter que fingir, sem amarras, ai ai ai....
Obviamente que antes de sweet Love, pensava em tudo isso e fugia mesmo, pensava também na rotina, que deveria ser um saco, todo dia a mesma coisa, mesmo programas, acho que dei sorte viu, rotina é coisa de otário, vejo reclamações e não entendo, é culpa de quem reclama, só souberam ficar em casa metendo e se esqueceram dos amigos e demais programas sociais. Tem jantar, orquestra, cinema, casa de amigos, bar, churrasco, filminho, pipoca e o melhor, tudo o que tinha antes, com o prazer de ter sempre ao lado sweet Love.
E o que eu mais aprendi com sweet Love é encarar os problemas. Antes, eu não tinha com o que eu me preocupar, se a moçoila da vez se mostrava uma mala, eu pulava fora; se ela tinha manias estranhas, eu pulava fora; se ela tinha uma família maluca, eu pulava fora; se tinha ataques de TPM, eu pulava fora. Enfim, qualquer coisa que me incomodasse, eu não era obrigado a aturar e simplesmente fugia deles. Com sweet Love, felizmente, não dá mais pra pular fora no primeiro problema que aparece, isso não significa ficar engolindo todos os sapos e se nivelando por baixo, mas entender que as pessoas têm seus defeitos e seus problemas particulares, e ai quando você os coloca na balança, percebe que tudo que a pessoa te traz de bom, torna aqueles mínimos.
FUDEU A BIKE!!!
MIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMI